quarta-feira, 19 de outubro de 2011



O Horário da Cerimônia

Texto: Humberto Leal

Na Europa, principalmente em Londres e Paris, os casamentos são celebrados de manhã e seguidos de um almoço comemorativo. O horário considerado mais elegante muda muito conforme o país.
Em algumas cidades da Alemanha, os casamentos protestantes são celebrados ao meio-dia e bem informalmente, com a noiva de vestido curto e o noivo de terno. Já em Nova York, é comum que os casamentos protestantes sejam realizados entre às 16 e 17 horas. Em outras cidades americanas, o horário já é o do meio-dia, com a noiva de vestido tradicional e o noivo de fraque.
No Brasil e em alguns países latino-americanos, os casamentos mais formais são realizados no período noturno, com celebração em grandes igrejas e templos e com festa até o amanhecer do outro dia. Os noivos costumam usar roupas mais tradicionais e elegantes.
Os judeus praticantes nunca se casam no sábado. Antigamente, católicos e protestantes não casavam durante a quaresma. Hoje, porém, tudo, ou quase tudo, é permitido, desde que usando o bom senso. As igrejas e templos são mais procurados no período que vai de maio a setembro.
Procure adequar o seu casamento aos seus costumes e aos de seus convidados.
Os tempos mudaram e a forma de celebrar um casamento também!



Foto: Anderson Miranda

terça-feira, 19 de julho de 2011



COMEÇANDO A ORGANIZAR O CASAMENTO

Texto: Humberto Leal

Estamos entrando no segundo semestre de 2011, logo as festas de fim de ano vão estar batendo a nossa porta e você, que acha que ainda está cedo para começar os preparativos do casamento, vai perceber que do mesmo modo o seu “grande dia” também está chegando.
Assim, vamos a um rápido check list para que você possa se organizar.
É hora de começar a escolher a igreja e o local da festa para conciliar com a data desejada. Feito isso, o melhor seria contratar um profissional de cerimonial para poder lhe assessorar em tudo o que ainda virá pela frente.
Fotógrafo, cinegrafista e músicos para a cerimônia e para a festa deverão ser os primeiros contatos, seguidos da escolha da decoração e do buffet a ser contratado. Bolo, docinhos e lembrancinhas podem ficar para uns seis meses antes do casamento, assim como o seu vestido e o traje do noivo.
Com trinta dias de antecedência, todos os convidados já deverão estar informados, por meio de convite impresso, sobre o dia, a hora e o local das bodas. Os padrinhos já podem ser convidados assim que for marcada a data; depois, com o convite, será formalizado o pedido para testemunharem o ato religioso ou o ato civil, conforme o caso.
Não se esqueça de marcar um salão de beleza de sua confiança para a preparação do grande dia. Alguns oferecem, até mesmo, o dia da noiva, com massagens relaxantes e outros mimos para o deleite da nubente.
O carro que irá conduzir a noiva e seu pai até a igreja e depois os noivos para o local da recepção, bem como quem irá dirigi-lo, não poderá passar despercebido, para não causar transtornos a amigos ou familiares no dia.
Num primeiro momento, pode parecer algo estressante e cheio de detalhes que parecem não ter fim, mas, com o decorrer do tempo e dos preparativos, tudo vai-se organizando de maneira a ficar na lembrança, depois que tudo passar, o tão esperado dia.
Não tenham medo de ousar, de inovar, de procurar fazer com que cada detalhe possa ser lembrado por todos que estiverem compartilhando desse momento tão especial da vida de vocês.
Existem ocasiões que são únicas e, por isso, devem ser bem planejadas e executadas para que possam trazer doces lembranças, não importando quanto tempo passará...

Crédito da Imagem: Carl Dwyer (by Maju Rezende / casebem.com.br)

quinta-feira, 7 de julho de 2011



A Origem da Gravata


Texto: Humberto Leal

A gravata é uma tira de tecido estreita e longa, usada em torno do pescoço e que é presa por um nó na parte da frente. A gravata faz parte do vestuário masculino, em costumes ou ternos, muito embora algumas mulheres também a use, dependendo da moda, da estação e do traje escolhido por elas.



O termo gravata deriva do francês "cravate", que tem sua origem na palavra "croat", em referência aos croatas, os primeiros a apresentar a indumentária à sociedade parisiense.



A primeira utilização de objetos de forma semelhantes às gravatas, como as conhecemos hoje, foram identificadas entre os egípcios. Arqueólogos identificaram em torno do pescoço de múmias egípcias uma espécie de amuleto conhecido como “Sangue de Ísis”. Esse objeto em ouro ou cerâmica possuía a forma de um cordão arrematado com um nó, cuja função era proteger o corpo dos “perigos da eternidade".



Uma outra possível origem da gravata remonta há milhares de anos, quando os guerreiros do imperador chinês Shih Huang Ti’s usavam um tipo de cachecol com um nó em volta do pescoço como símbolo de “status” e de elite entre as tropas, de forma semelhante à gravata como conhecemos atualmente.



Os romanos já faziam uso de algo parecido com a gravata. Acredita-se que este acessório tenha sido utilizado pelos oradores romanos com o objetivo de aquecer suas gargantas.



Atribui-se a introdução da gravata aos soldados croatas a serviço da França durante a guerra dos trinta anos. Os pedaços de tecidos, atados ao pescoço dos soldados com vários laços ou nós, teriam causado enorme alvoroço em toda a sociedade francesa. Este acessório era usado com distintivo militar pelos croatas, sendo de tecido rústico para os soldados e de algodão ou seda para os superiores.



Os nós de gravata são invariavelmente executados com movimentos da ponta mais larga, partindo de uma posição inicial em que ambas as pontas fiquem caídas ao longo do corpo até um ponto que varia conforme o comprimento da gravata e a complexidade do nó desejado. Os nós mais usados iniciam-se com a costura da gravata voltada para dentro.



Como a usamos hoje, os nós mais conhecidos são: o “Nó de Windsor”, o “Meio-Windsor”, o “Nó Americano” ou “Four-in-Hand” e o “Nó de Shelby” ou “Nó de Pratt”.



O nó mais simples e pouco conhecido é o chamado "Nó 3.1", ou, como chamam os franceses, "Petit Noeud". É apenas um nó simples em volta da ponta estreita da gravata, mas, em muitos casos, é mais satisfatório do que o popular nó americano.



De acordo com a tendência da moda masculina ou do gosto pessoal, os tecidos, cores e padronagens variam muito. Vale salientar que o bom-senso deve sempre prevalecer na hora de escolher a gravata certa para cada ocasião.



Fonte de Pesquisa: “La Grand Histoire de la Cravate” (Flamarion, Paris, 1994)

segunda-feira, 4 de julho de 2011



Buquê de Noiva


Texto: Humberto Leal da Cunha



O buquê de noiva é um complemento do visual, pois dá elegância e harmonia ao vestido, à cerimônia e a toda recepção, além de ser uma tradição.

O buquê poderá ser de flores artificiais ou naturais. Os artificiais não quebram com facilidade e acabam servindo como uma lembrança que poderá ser guardada para sempre; já os de flores naturais são de beleza única e compensam os cuidados no manuseio. Hoje em dia, dificilmente as noivas optam pelos buquês artificiais.

O porte físico da noiva também deve ser levado em consideração. Por exemplo: as mais gordinhas devem evitar buquês muito grandes e redondos, e as noivas mais baixas não devem usar buquês muito grandes com flores de cabos longos. O buquê jamais deverá cobrir o vestido.

Os buquês podem ser escolhidos de acordo com a estação do ano, já que algumas flores são encontradas com maior facilidade em certas estações e isso certamente irá baratear o custo.

As tendências da moda também ajudam a escolher o tipo de buquê.
As noivas mais ousadas e descoladas podem querer fugir das flores tradicionais e optar por flores mais exóticas como antúrios, orquídeas ou cebídeos, sem medo de errar.

A cor do buquê é um fator importante. Os brancos e pastéis serão sempre clássicos. Mas eles estão ganhando coloridos mais vivos e, assim, os roxos, pinks e vermelhos ganharam espaço.

A forma correta de segurá-lo é na altura da cintura, mas muitas noivas esquecem e começam a levantá-lo até o queixo, o que é imperdoável...

Os buquês feitos com flores naturais requerem cuidados especiais, como ser conservados em água até a hora do casamento.

Caso não queira se desfazer desse ornamento, peça ao florista um outro, que poderá ser jogado às convidadas solteiras como manda a tradição.

O buquê é um acessório essencial para noivas e que deve ser pensado e feito com carinho...

Para saber mais: www.noivassp.com.br

quarta-feira, 22 de junho de 2011




CASAMENTO

MARIA EDUARDA CALLADO SILVA

&

AGINOLFO JOSÉ NAU JUNIOR

18/06/2011


Maria Eduarda e Júnior, escolheram com muito carinho a Capela do Colégio Bom Jesus Coração de Jesus para a cerimônia e o Lira Tênis Clube, em Florianópolis/SC, para recepcionar os 500 convidados em seu casamento.

Os noivos, seus pais e todos os convidados agitaram a festa até a madrugada do dia seguinte com muita alegria.

Os noivos, agora em viagem por Barcelona, na Espanha, curtem a tão esperada lua-de-mel....

Todos os profissionais, Conceição Matos (bolo), José Oscar Ventura (bem casados), Debigas (buffet), Rodolfo Rufino (carro), Enaide Arcoverde (make up / hair), Leal Ventura (cerimonial), Casa do Convite (papelaria), Paula Miranda (decoração), Amábile Meyer (doces), Sidney Kair (filmagem), Luciano Nunes (fotos), Camerata Vieira (música cerimônia), Banda Volares (música recepção), Carlos Pinto da Luz (alfaiataria noivo) e Gessony Pawlick (vestido noiva e mãe da noiva), deram o seu melhor para a realização de um lindo sonho!!!

Desejamos muitas felicidades na nova vida a dois...

quarta-feira, 15 de junho de 2011



HISTÓRIA E CURIOSIDADES DO CASAMENTO

Texto: Humberto Leal


Lua de Mel
A Lua de mel tem origem no povo germânico, pois era costume se casar na Lua Nova. Na cerimônia, os noivos bebiam uma mistura de água com mel para proporcionar boa sorte. O costume também poderia ter nascido em Roma: os convidados pingavam gotas de mel na porta de entrada da casa dos noivos para que esses tivessem uma "vida doce". Os judeus acreditam que casar na Lua Crescente é prenúncio de felicidade.

Aliança
O termo aliança, bérith em hebraico, possui o sentido de compromisso. O anel usado pelos casados tem a função da ambivalência de unir e, ao mesmo tempo, isolar. No plano esotérico, possui poderes mágicos. É o protetor simbólico da união. Colocar um anel no dedo de outra pessoa significa aceitar o dom de outrem como um tesouro exclusivo.

Vestido de noiva
A cor branca do vestido de noiva só foi popularizado no século XVII, no casamento da rainha Vitória. Ela lançou a moda que permanece até os dias atuais. Antes disso, especialmente na Idade Média, não havia cor específica para a cerimônia; a cor mais usada era o vermelho. O branco acabou sendo o preferido, por simbolizar a castidade e a pureza. Na Grécia e em Roma, existem relatos de que as pessoas usavam roupas brancas em celebrações importantes, como o nascimento e o casamento.

Mês
Um ditado japonês ensina que as noivas devem-se casar em junho (june bridal) para que a união perdure por muitos anos. No Brasil, o mês preferido é maio, provavelmente pela referência de Maya, Maria, mãe.

Arroz
Jogar arroz nos noivos é uma tradição antiga da China, usada há dois mil anos. Essa atitude simboliza a fartura para a vida do casal (os grãos simbolizam a fertilidade).

Buquê
O buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, na sua confecção, era utilizado o alho. Confeccione dois buquês: o primeiro, abençoado pelo sacerdote, deverá ser guardado. O segundo será lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguir pegá-lo terá a sorte de ser a próxima se casar.

Grinalda
A grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.

Véu
Hijab (véu), quer dizer, em árabe, "o que separa duas coisas". O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira para entrar em uma nova vida: a de esposa.

Peça azul
Outra tradição comum é a noiva usar uma peça azul para "cortar a inveja" das moças solteiras. Recomenda-se também "usar o véu, uma jóia e até mesmo o vestido" de uma esposa que foi bem-sucedida em seu casamento (avó, mãe etc).

Noiva do lado esquerdo do noivo
Durante a celebração do casamento, a noiva se posiciona no lado esquerdo do noivo. É uma tradição que remonta à Idade Média: se algum homem tentasse "roubar" a futura esposa do noivo, este a defenderia com a espada usando o braço direito para o combate. Segundo a superstição, quando a noiva fica no lado esquerdo, também significa afastar o risco da infidelidade.

O noivo não pode ver a noiva vestida para a cerimônia antes do casamento
É uma tradição milenar praticada por quase todos os povos. Em alguns países árabes, o casamento (especialmente dos muçulmanos) ainda hoje é celebrado entre o pretendente e o pai da noiva (esta aguarda em outra sala). Somente depois de o casamento ser celebrado pelos homens é que a noiva se encontra com o futuro marido. A tradição também ensina que o homem não deve tocar em nenhum pertence da noiva para não quebrar o encanto do matrimônio. Pode-se tocar apenas em objetos de vidro e ouro.

Noivo carrega a noiva no colo
Este costume é oriental. Acredita-se que os gênios ruins (que atacam apenas as mulheres) ficam a espera da noiva na porta do quarto nupcial. O marido protege a esposa carregando-a, para evitar que ela "pise" em algo ruim.

Oração de proteção no casamento
O círculo é uma das maiores defesas do Universo, pois, no momento da oração, uma qualidade angélica preenche o espaço protetor limpando os miasmas negativos do espaço ou pensamento. Para maior efeito, deve-se rezar 3 vezes esta oração:
“Eu sou um círculo mágico de proteção ao meu redor, que é invencível. Repele todo elemento perturbador e todo o perigo que tentar penetrar para me prejudicar. Eu sou a perfeição em meu mundo, que é auto-sustentada.
Eu e meu companheiro(a) somos a fé em Todo-Poderoso.
Nós somos um círculo repleto da Chama da Paz. Nós somos a Paz. Neste momento preencho este círculo com as chamas de cura, com saúde e vitalidade plenamente manifestadas. Amém.”

No Dia
Como toda grande tradição, o casamento também tem uma série de regras (o protocolo) que devem ser seguidas independentemente do tipo de casamento que se vá fazer. São regras simples e não pedem nenhum esforço extra nem dos noivos nem dos convidados.

Chegada à igreja
O noivo sempre chegará antes da noiva, com uma diferença de pelo menos meia hora. Tanto ele quanto ela devem entrar na igreja em cortejo, ele de braço dado com sua mãe ou madrinha, ela, com seu pai ou padrinho.
A noiva não deve se atrasar mais do que meia hora. Ao entrar, ela deve-se posicionar ao lado esquerdo do noivo. Essa tradição remonta à época em que os homens levavam a arma do lado direito, e, dessa forma, tinham mais liberdade de movimento.

Dentro da igreja
Os convidados da noiva ficarão do lado esquerdo da igreja, atrás da noiva, enquanto os do noivo ficarão à direita, atrás dele. Os primeiros bancos são destinados aos familiares mais diretos. No primeiro banco, devem estar os pais, avós e padrinhos de batismo. No segundo, outros parentes próximos e as testemunhas. Os outros convidados podem-se sentar onde desejarem.

Na festa ou banquete
O fato de os noivos chegarem antes ou depois dos convidados não é considerado um detalhe importante. O importante é que haja alguém da família para recepcionar as pessoas que forem chegando.
Dentro do salão, as mesas devem estar dispostas de forma circular, para facilitar o fluxo dos recém-casados entre elas. Os pais devem-se sentar em mesas próximas à destinada ao novo casal.

Superstições do casamento
Para garantir muito sol no seu casamento, alguns dias antes leve ovos a alguma igreja de Santa Clara;
Jamais deixe que o noivo veja a noiva com o vestido antes do casamento;
Certifique-se de que os convidados jogarão arroz na saída da igreja, para dar sorte;
Não use pérolas no casamento, dizem que elas trazem má-sorte para os noivos;
Nunca se case numa terça-feira, nem num dia 13;
Mesmo que você e seu noivo já vivam juntos, passem a noite antes do casamento separados;
Não se case em janeiro, para não ter problemas econômicos ao longo da sua vida de casada.

Frases
Mesmo sendo tradição há milênios, o casamento nunca foi muito bem visto entre os escritores e artistas. Confira o que alguns deles disseram sobre a tradição:


"O casamento é resultado da mistura do amor como o vinagre e o vinho".
Lord Byron


"Case-se com um arqueólogo. Assim, quanto mais velha você estiver, mais encantadora ele te considerará".

Agatha Christie


"Não é à toa que a diferença entre casado e cansado seja apenas uma letra".
Lope de Vega


"O casamento deve combater um monstro que tudo devora: o costume"
Honoré de Balzac


"Para que casar e fazer um homem infeliz quando se pode fazer feliz a muitos?"
Mae West


"O casamento é um fardo tão pesado que precisa de duas pessoas para carregá-lo"
Alexandre Dumas


"O amor abre parênteses; o casamento fecha."
Victor Hugo

Fonte de Pesquisa: www.mulher.terra.com.br

quarta-feira, 8 de junho de 2011



CASAMENTO

LUIZA DE ALMEIDA FREITAS

&

JOSÉ VITOR LOPES E SILVA

(28/MAIO/2011)






Os noivos, Luiza e José Vitor, escolheram o Espaço FIESC, na Ilha da Magia, para a celebração e recepção de seu casamento, dia 28/05/2011.


Alegres e descontraídos, os noivos, juntamente com seus pais, familares e os quase 200 convidados, curtiram a tão esperada data até a madrugada do dia seguinte.

Muitas feliciades e sucesso na nova vida a dois!!!