segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
segunda-feira, 29 de novembro de 2021
CASAMENTO
CAMILA HELENA DE OLIVEIRA & RODRIGO KERN
27 NOVEMBRO 2021
O simpático e querido casal, Camila Helena de Oliveira & Rodrigo Kern, escolheu a acolhedora Capela do Puríssimo Coração de Maria para a celebração do casamento e o Beach Club Acqua Plage, na badalada Praia de Jurerê Internacional, para recepcionar os familiares e amigos mais próximos.
A noite foi perfeita, um final de tarde espetacular e uma noite estrelada, cenário para comemorar o amor de um lindo casal.
Agora, passada a correria dos últimos dias que antecederam o casamento, o casal descansa em lua de mel.
O nosso muito obrigado pela confiança que nos foi depositada e a todos os profissionais envolvidos que nos ajudaram na realização de mais um lindo sonho de amor.
Estavam conosco:
Bolo: La Nine Cake
Bem Casados: José Oscar Ventura
Buffet: Acqua Plage
Cabelo / Maquiagem: Luciane Winter
Cerimonial: Leal Ventura Cerimonial
Decoração: ArqFlora
Doces: Amábile Meyer
Foto / Video: Júlio Trindade
Geradores: Power
Música Cerimônia: Cordas a Dois
Música Recepção: DJ Leandro Simas
Crédito da Imagem: Júlio Trindade
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
VESTIDO DE NOIVA (parte II)
Texto: Humberto Leal
O casamento cristão teve início na Idade Média, com o rito da cerimônia acontecendo em uma igreja ou templo, por ser um local público, tal qual vivenciamos, ainda, nos dias de hoje.
Nas famílias mais humildes desse período, a união dos cônjuges era considerada um festejo popular realizado no centro da comunidade, em um domingo santo. Geralmente Santo Antônio era o que abençoava e protegia essas uniões sem dote. A celebração do casamento popular se dava em maio, no início da colheita, representando a fertilidade da terra e a abundância dos alimentos.
A noiva burguesa, habitante do burgo e filha do mercador, do banqueiro e do comerciante, mostrava-se com o ventre saliente, o que demonstrava a sua capacidade de procriação.
No Renascimento, com a ascensão da burguesia mercantil, a apresentação da noiva se tornou mais luxuosa. A jovem nubente se vestia com veludo e brocado, ostentando o brasão da família e com as cores do herdeiro, ao qual sua família estava se filiando.
O uso da tiara nos cabelos passou a ser um adereço obrigatório e foi a precursora da atual grinalda.
No final do Renascimento, o código de elegância barroca foi determinado pelas cortes católicas da Espanha onde se estabeleceu o preto como a cor correta a ser usada publicamente como demonstração da índole religiosa. Essa cor era aceita como sendo a mais adequada para os vestidos de noiva.
A primeira noiva a se vestir de branco foi Maria de Médici ao se casar com Henrique IV, herdeiro da coroa francesa. A princesa italiana, mesmo sendo católica, não comungava da estética religiosa espanhola, e assim se mostrou em brocado branco como prova da exuberância das cortes italianas.
Nesse período, o matrimônio popular acontecia em praça pública, onde as noivas seguiam um cortejo pela praça levadas pelo ancião do vilarejo. A noiva deveria ostentar, nessas cerimônias, o que de melhor sua família podia oferecer. No enxoval, ela deveria levar consigo, ao menos, três vestidos: um que pudesse usar em outras cerimônias iguais, um para os domingos e um mais simples para as tarefas do dia.
No período Rococó, as noivas casavam-se vestidas com tecidos brilhantes, bordados com pedrarias, com muitos babados de renda nas mangas e nos decotes. As cores preferidas eram florais e as mais comuns o lilás, o laranja suave e o verde claro.
A Revolução Francesa aboliu o padrão de elegância luxuoso, próprio da aristocracia que existia desde a Idade Média, e o substituiu por um padrão mais discreto, puritano e burguês, de origem inglesa. Este padrão valorizou a pureza de caráter como a maior qualidade da noiva e projetou sobre ela a cor branca como símbolo da sua inocência virginal. Acrescentou-se a esse traje um véu branco e transparente como símbolo da sua castidade, preso à cabeça por uma guirlanda de flores de cera. Nesse momento foi introduzido o uso do linho, da lã e de tecidos mais opacos para os vestidos de noiva.
Em 1854, o papa Pio IX proclamou que as noivas deveriam demonstrar por meio do traje branco a Imaculada Concepção, assim como Maria, a Imaculada.
Essa noiva agregou à sua veste um adereço de mão que podia ser um terço ou um pequeno livro de orações. A partir da segunda metade do século XIX, o Iluminismo transferiu para o branco a ideia de luz, abundância, claridade e da soma de todas as cores. O branco continuou a representar a pureza e a castidade, e foi agregada ao traje a flor de laranjeira como símbolo de fertilidade.
O relicário de mão foi substituído por um buquê de flores naturais colhidas no dia da cerimônia.
A imperatriz Sissi, que se casou em 1854 com Francisco José, o imperador da Baviera, usou um lindo buquê de rosas naturais e representou a noiva de crinolina.
O século XX estabelece um cerimonial novo para o matrimônio, que se estende por todas as classes sociais, cujo traje nupcial acompanhou toda a evolução da moda, com o sistema de alta costura que vestiu todas as princesas do século e foi divulgado pelos jornais e revistas de moda e, posteriormente, também pelo cinema e televisão.
Na década de 60, a moda foi tomada pelo sistema prêt-à-porter, pela minissaia e pelo vestido tubo.
Nesse momento, o vestido de noiva já pode ser comprado pronto. O modelo mais conhecido desse período foi o vestido do segundo casamento de Brigite Bardot: curto, feito em tecido de algodão xadrez nas cores rosa e branco, que demonstrava uma noiva campestre e natural.
A força da cerimônia matrimonial como a realização do sonho da moça que encontra seu príncipe encantado deu-se nos anos 80 com o casamento de Lady Diana Spencer com o Príncipe de Gales, futuro rei da Inglaterra. O traje dessa cerimônia mostrou a tradição da elegância da realeza da Casa de Windsor, representado na releitura do vestido da Rainha Vitória e no uso do diadema real como símbolo medieval do patrimônio das famílias, na estrutura do vestido da imperatriz Sissi, a imperatriz romântica, com o modelo da Branca de Neve, como a donzela pura e nobre que encontra seu príncipe encantado.
O matrimônio, como instituição, renasce com força total a partir da década de 90, com fortes traços da revolução que transformou costumes durante a década de 60, herdando o direito de acrescentar às suas intenções o desejo de sucesso amoroso para ambas as partes. E, partir daí, o limite da criatividade das grandes marcas de moda internacionais como Chanel, Gautier, Lacroix, Reem Acra, Vera Wang, Carolina Herrera, dentre outros, passou a ser infinito, definindo tendências para todo o mundo.
O matrimônio renasceu e renasce a cada dia, assim como a sua história.
Crédito da Imagem: Dalmo Ouriques Emotionphoto
Fonte de Pesquisa:
O Processo Civilizador, Uma História dos Costumes (vol. I), Norbert Elias
www.noivasmodernas.com.br / www.casamentocivil.com.br
segunda-feira, 11 de outubro de 2021
CASAMENTO
Os noivos, muito animados, não queriam sair da pista danças. Foi muita diversão, bagunça e alegria...
- Celebrante: Nicole Nazer
- Iluminação / Sonorização: Tecnica Eventos
- Papelaria: Icone Design
- Vestido Noiva: Cinderela Noivas Itajaí
terça-feira, 5 de outubro de 2021
VESTIDO DE NOIVA (parte I)
Texto: Humberto Leal
O vestido de noiva, diferente de outro traje social de luxo preparado para ocasiões especiais, tem um significado relevante para a nossa cultura ocidental. Muito mais que uma simples veste nupcial, o vestido de noiva, resgata traços da cultura, da religiosidade e da história da humanidade. Seus tecidos, volumes e complemento, simbolizam a magia que envolve a união dos cônjuges e demonstram a profundidade do conceito de amor para algumas culturas.
As primeiras informações que nos chegam sobre cerimônias matrimoniais são as bíblicas, onde os cônjuges, para serem expostos publicamente em cerimônia religiosa, eram preparados por suas famílias com banhos especiais, com uso óleos aromáticos.
Nos relatos bíblicos, as famílias abastadas, após as bênçãos havia um festejo público. O mais significativo destes relatos é conhecido como “As Bodas de Canaã”, descrito no Evangelho.
Entre os romanos a celebração de casamento era diferenciada das outras cerimônias civis através dos trajes, que eram preparados, unicamente, para a ocasião, quando a noiva vestia uma túnica branca e se envolvia com um véu de linho muito fino de cor púrpura.
Com a queda do Império Romano, a cultura ocidental passou a ter como referência o padrão de elegância proposto pela corte bizantina, onde as noivas se casavam vestidas de seda vermelha bordada em ouro e traziam no cabelo elaboradas tranças envolvidas com fios dourados, pedras preciosas e flores.
Durante a Idade Média, a cristianização do ocidente trouxe novos costumes, especialmente para as celebrações matrimoniais. A coroação de Carlos Magno, no ano 800 dC tornou o casamento um sacramento religioso, com forte apelo social e simbólico, que perdura até os dias atuais.
Os cônjuges passaram a se unir através de uma cerimônia religiosa que sacramentava, também, a união de duas famílias e de seus patrimônios. Desta forma o casamento passou a ter a função de garantir as fronteiras dos novos reinos e de reconstruir os territórios destruídos pela longa invasão bárbara, à qual a Europa estivera submetida desde a queda do Império Romano.
O vestido de noiva surge, então, neste período com a função específica de apresentar para a comunidade as posses da família da nubente, tendo como simbologia: o poder e como função: a integração social.
A noiva era apresentada com um vestido vermelho ricamente bordado e sobre a cabeça um véu branco bordado com fios dourados. O vermelho representava a capacidade da noiva de gerar sangue novo e continuar a estirpe. O véu branco representava a pureza e a castidade.
À noiva, além dos dotes patrimoniais, levava tecidos para vestir a família e jóias, que poderiam ser vendidas para custear o cultivo da terra. Geralmente os noivos casavam-se muito jovens, com quatorze anos de idade.
(Continua...)
Fonte de Pesquisa:
O Processo Civilizador, Uma História dos Costumes (vol. I), Norbert Elias
www.fashionbubbles.com / www.noivasmodernas.com.br / www.casamentocivil.com.br
Crédito da Imagem: Julio Trindade Fotografia
quinta-feira, 9 de setembro de 2021
CASAMENTO
E agora, passada toda a correria do casamento, Iza & Léo descansam em lua de mel pelo Nordeste Brasileiro.
Desejamos felicidades eternas!
- Carro dos Noivos: Rodolfo Rufino
- Café: Alquimia Café
- Totem de Fotos: Click Self
quinta-feira, 2 de setembro de 2021
Damas de Honra,
Daminhas e Pajens
Texto: Humberto Leal
A noiva pode se dar ao luxo de
levar até quatro damas de honra, em geral irmãs menores, primas ou amigas.
Havendo damas de honra, não são
excluídas as crianças (daminhas e pajens) que levam uma pequena bandeja de
prata, almofadinha ou buquê de flores com as alianças.
Tudo isso é lindo, espetacular e
teatral, mas fora da nossa realidade.
No entanto, o romantismo do
casamento à moda antiga parece estar de volta. Assim, é bom lembrar que nesse
caso o cortejo deve ser ensaiado por um profissional competente, pois nada deve
sair do protocolo.
O traje das damas de honra poderá
ser, por exemplo, em vários tons de rosa, lilás, azul ou qualquer outra cor em
tom pastel e que seja aprovado pela noiva. Antigamente, todos os vestidos das
damas de honra eram iguais, no modelo e na cor, e a noiva oferecia o tecido.
Hoje não há mais este costume.
Até há pouco tempo, os trajes das
daminhas e pajens imitavam figuras renascentistas: todos vestidos de veludo.
Agora, peças mais contemporâneas e de diversos estilos vestem as crianças, que
dão um toque de alegria e graça ao cortejo.
Dica: é mais prudente escolher só um casalzinho, ou então duas meninas,
que sejam responsáveis pelo sucesso do cortejo da cerimônia.





