REGRAS DE ETIQUETA, PARA QUE SERVEM?!
Texto: Humberto Leal da Cunha
Afinal, o que são regras de etiqueta? Para que servem? Em que nos ajudam?
Essas são perguntas muito freqüentes para este assunto. Normalmente, temos que levar em consideração que elas são relevantes para a formação de cidadãos e vão muito além de saber com que talheres comer determinadas comidas, ou que roupas usar em determinadas ocasiões.
As regras de etiqueta podem e devem nos ajudar e orientar a sermos cidadãos mais civilizados, politicamente corretos e, acima de tudo, cientes da existência e da importância do outro.
Muito pior do que usar palitos de dentes à mesa é tratar com grosseria a quem nos atendeu com cordialidade. É achar que somos os melhores e que sabemos de tudo, a todo o momento. É acreditar que alguém que não teve as mesmas oportunidades que nós não é digno de compartilhar os mesmos ambientes que freqüentamos ou compartilhar dos mesmos grupos sociais.
Para Ana Vaz, em seu Pequeno Livro de Etiqueta – Guia para toda hora (Verus Editora – 2006), “... gafe é não perceber que o outro existe, ou perceber e desprezar o fato. É ignorar que seus direitos vão até onde os direitos do outro começam. Etiqueta nos ajuda a tomar consciência do outro e a exercitar o bom convívio com ele...”
Quando vivemos em sociedade, algumas regras estão determinadas por legislação, com a função de manter a ordem, de vigiar e punir, outras não. Usarmos palavras e expressões como: “bom-dia”, “boa-tarde”, “com licença”, “por favor”, “muito obrigado”, dentre tantas outras, não nos são impostas por lei, ou por força, mas por uma boa educação e com o objetivo de manter o bom convívio entre todos.
Respeitar filas (de cinemas, restaurantes, bancos etc.), ordem de chegada, atendimento preferencial (idosos, gestantes, portadores de necessidades especiais), retiradas de senhas de atendimento (quando for o caso), ceder o assento, dentre tantas outras pequenas atitudes, fazem com que todos convivam em perfeita harmonia e que ninguém se sinta privilegiado. No trânsito, vale o mesmo, respeitar a legislação vigente, os sinais, os pedestres e os outros motoristas. No trabalho, o respeito com nossos colegas, não importando o grau de hierarquia que ocupam dentro da organização.
Ao respeitarmos o outro, estamos, de certa forma, abrindo espaço para que nos respeitem também, e, dessa maneira, podemos viver sempre com tranqüilidade e harmonia no nosso dia-a-dia.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Buquê de Noiva
Texto: Humberto Leal
O buquê de noiva é um complemento do visual, pois dá elegância e harmonia ao vestido, à cerimônia e a toda recepção, além de ser uma tradição.
Texto: Humberto Leal
O buquê de noiva é um complemento do visual, pois dá elegância e harmonia ao vestido, à cerimônia e a toda recepção, além de ser uma tradição.
O buquê poderá ser de flores artificiais ou naturais. Os artificiais não quebram com facilidade e acabam servindo como uma lembrança que poderá ser guardada para sempre; já os de flores naturais são de beleza única e compensam os cuidados no manuseio. Hoje em dia, dificilmente as noivas optam pelos buquês artificiais.O porte físico da noiva também deve ser levado em consideração. Por exemplo: as mais gordinhas devem evitar buquês muito grandes e redondos, e as noivas mais baixas não devem usar buquês muito grandes com flores de cabos longos. O buquê jamais deverá cobrir o vestido.
Os buquês podem ser escolhidos de acordo com a estação do ano, já que algumas flores são encontradas com maior facilidade em certas estações e isso certamente irá baratear o custo.
As tendências da moda também ajudam a escolher o tipo de buquê. As noivas mais ousadas e descoladas podem querer fugir das flores tradicionais e optar por flores mais exóticas como antúrios, orquídeas ou cebídeos, sem medo de errar.
A cor do buquê é um fator importante. Os brancos e pastéis serão sempre clássicos. Mas eles estão ganhando coloridos mais vivos e, assim, os roxos, pinks e vermelhos ganharam espaço.
A forma correta de segurá-lo é na altura da cintura, mas muitas noivas esquecem e começam a levantá-lo até o queixo, o que é imperdoável...
Os buquês feitos com flores naturais requerem cuidados especiais, como ser conservados em água até a hora do casamento.
Caso não queira se desfazer desse ornamento, peça ao florista um outro, que poderá ser jogado às convidadas solteiras como manda a tradição.
O buquê é um acessório essencial para noivas e que deve ser pensado e feito com carinho...
Para saber mais: www.noivassp.com.br
Para saber mais: www.noivassp.com.br
terça-feira, 16 de junho de 2009
A Roupa Certa Para Cada Ocasião
Texto: Humberto Leal da Cunha
Muitas festas trazem no convite a indicação do traje que se deve usar. Esta é a forma de fazer com que as pessoas se vistam adequadamente à ocasião, evitando os constrangimentos de estar arrumado demais, ou de menos, para o momento.
Para entender melhor:
TRAJE ESPORTE
É o mais simples e informal, porém não deve ser confundido com roupa de praticar esportes.
Homens: o básico é calça, camisa e blazer, sem gravata.
Mulheres: tecidos mais rústicos (algodão, crepe, linho), sapatos baixos, saia e blusa, calças compridas ou um vestido, para os dias mais quentes.
TRAJE PASSEIO
Caracteriza-se por ser um pouco mais formal, geralmente requisitado para eventos como almoços de negócios, eventos culturais, coquetéis.
Homens: um blazer com calça social, camisas em cores claras ou com listras finas e xadrez bem pequeno, gravatas mais descontraídas.
Mulheres: são bem-vindas as pantalonas, túnicas, vestidos simples, terninhos, sapatos de salto, de médio para alto, e bolsas mais discretas (nada de sacolas ou mochilas), formando um visual mais cuidadoso, sem formalidade exagerada, que é a proposta deste traje.
TRAJE PASSEIO COMPLETO (ou Social)
Este traje exige formalidade completa e é muito solicitado para jantares e eventos de porte maior.
Homens: terno escuro, bem alinhado e gravata fina e discreta. A camisa é social (branca ou azul muito claro), assim como o sapato, clássico e preto.
Mulheres: conjuntos ou tailleurs, vestidos mais longos (sem grandes fendas ou bordados exagerados), saltos altos e bolsa pequena. Os tecidos são mais nobres, como crepes, sedas e veludos. Echarpes ou xales podem ser bons acessórios, desde que discretos. As jóias também pedem cuidado: a pérola é o clássico e bijuterias finas também podem ser usadas.
TRAJE BLACK TIE (ou Gala)
É o traje das grandes festas, das noites de gala.
Homens: smoking e/ou black-tie, como diz o nome, com gravata borboleta preta. Evite as tentações de variar usando faixa e gravata em cetim violeta, azul, prata, cor de rosa...
Mulheres: vestidos longos e sofisticados em tecidos nobres (brocados, metalizados, tafetás, shantungs). É vez dos decotes, transparências e bordados. Saltos altos, meias finíssimas, carteira ou bolsa de metal. As saídas de noite são ótimas para amenizar o frio, como echarpes, estolas ou mantôs. As jóias saem do cofre para serem expostas, mas sem excessos.
Fonte: Alba Noschese, Claudia Matarazzo, Fábio Arruda e Gloria Kalil
Texto: Humberto Leal da Cunha
Muitas festas trazem no convite a indicação do traje que se deve usar. Esta é a forma de fazer com que as pessoas se vistam adequadamente à ocasião, evitando os constrangimentos de estar arrumado demais, ou de menos, para o momento.
Para entender melhor:
TRAJE ESPORTE
É o mais simples e informal, porém não deve ser confundido com roupa de praticar esportes.
Homens: o básico é calça, camisa e blazer, sem gravata.
Mulheres: tecidos mais rústicos (algodão, crepe, linho), sapatos baixos, saia e blusa, calças compridas ou um vestido, para os dias mais quentes.
TRAJE PASSEIO
Caracteriza-se por ser um pouco mais formal, geralmente requisitado para eventos como almoços de negócios, eventos culturais, coquetéis.
Homens: um blazer com calça social, camisas em cores claras ou com listras finas e xadrez bem pequeno, gravatas mais descontraídas.
Mulheres: são bem-vindas as pantalonas, túnicas, vestidos simples, terninhos, sapatos de salto, de médio para alto, e bolsas mais discretas (nada de sacolas ou mochilas), formando um visual mais cuidadoso, sem formalidade exagerada, que é a proposta deste traje.
TRAJE PASSEIO COMPLETO (ou Social)
Este traje exige formalidade completa e é muito solicitado para jantares e eventos de porte maior.
Homens: terno escuro, bem alinhado e gravata fina e discreta. A camisa é social (branca ou azul muito claro), assim como o sapato, clássico e preto.
Mulheres: conjuntos ou tailleurs, vestidos mais longos (sem grandes fendas ou bordados exagerados), saltos altos e bolsa pequena. Os tecidos são mais nobres, como crepes, sedas e veludos. Echarpes ou xales podem ser bons acessórios, desde que discretos. As jóias também pedem cuidado: a pérola é o clássico e bijuterias finas também podem ser usadas.
TRAJE BLACK TIE (ou Gala)
É o traje das grandes festas, das noites de gala.
Homens: smoking e/ou black-tie, como diz o nome, com gravata borboleta preta. Evite as tentações de variar usando faixa e gravata em cetim violeta, azul, prata, cor de rosa...
Mulheres: vestidos longos e sofisticados em tecidos nobres (brocados, metalizados, tafetás, shantungs). É vez dos decotes, transparências e bordados. Saltos altos, meias finíssimas, carteira ou bolsa de metal. As saídas de noite são ótimas para amenizar o frio, como echarpes, estolas ou mantôs. As jóias saem do cofre para serem expostas, mas sem excessos.
Fonte: Alba Noschese, Claudia Matarazzo, Fábio Arruda e Gloria Kalil
terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Veja mais dicas em nossa coluna, no portal CaseBem (www.casebem.com.br), Coluna do Humberto Leal. Nossos artigos são publicados a cada 15 dias, sempre com temas relacionados as dúvidas mais frequentes de noivos. Se você tem algum comentário, dúvidas ou sugestões, escreva para nós, assim publicamos novos artigos para seu interesse.
ORGANIZANDO O TEMPO
Texto: Humberto Leal da Cunha
Para organizar um casamento, muitos detalhes estarão envolvidos, como: contratação de profissionais, serviços, reserva de igreja, dentre tantos outros. E, aí, nos perguntamos: por onde começar? Sem dúvida, a melhor resposta seria organizando nosso tempo, pois, além de todos os preparativos das bodas, teremos nosso dia-a-dia normal, com trabalho, estudo etc.
Quando começamos um dia qualquer, apresentam-se para nós uma série de tarefas, algumas habituais, que realizamos mecanicamente, e outras atípicas ou pouco frequentes. Resolvê-las com êxito e sem perder tempo é muito importante.
O primeiro passo que temos de tomar é o de priorizar metas e estabelecer uma ordem a partir da importância das coisas, nas quais devemos levar em consideração algumas condicionantes como os horários, urgências, facilidade ou complicação na resolução, ou seja, estabelecer prioridades de ação de curto, médio e longo prazo.
Prioridades de curto prazo são aquelas que requerem uma atuação em questão de horas ou dias próximos. Exemplo: escolher o dia do casamento, reservar a igreja e o local da recepção.
Prioridades de médio prazo são aquelas que resolveremos em semanas. Um exemplo é conversar e solicitar orçamentos dos prestadores de serviço para o casamento, tais como decoradores, doceiras, fotógrafos etc.
Prioridades de longo prazo são aquelas que se executam nos meses mais próximos à data do casamento. Exemplo: definição de cardápios, ensaio fotográfico, provas de vestido etc.
Mas nem sempre tudo é tão fácil como parece ser. Muitos problemas poderão surgir, dúvidas quanto às contratações aparecerão, profissionais poderão não ter mais a data à disposição e o gosto pessoal dos noivos pode, também, não ser compatível com o orçamento disponível.
Em muitas ocasiões, vamos nos deparar com alguns problemas, que, em princípio, poderão parecer sem solução, e que será difícil determinar a importância e a prioridade das questões.
Para esses casos, é importante fazermos três perguntas:
1. O que é mais importante?
2. Se só pudermos escolher uma das opções que nos são apresentadas, qual escolheríamos?
3. Verificar os prós e os contras da ordem de prioridades estabelecidos; teremos tempo suficiente? O que poderá acontecer se deixarmos uma ação pendente sem resolução?
A resposta para essas três questões será muito útil para propiciar a decisão acertada das escolhas. Uma vez escolhida e tomada a decisão do que é mais importante, devemos passar para a ação e, para isso, nada melhor do que nos fixarmos em um objetivo.
Dessa forma, podemos resolver as coisas sem complicação e sem perder tempo!
Texto: Humberto Leal da Cunha
Para organizar um casamento, muitos detalhes estarão envolvidos, como: contratação de profissionais, serviços, reserva de igreja, dentre tantos outros. E, aí, nos perguntamos: por onde começar? Sem dúvida, a melhor resposta seria organizando nosso tempo, pois, além de todos os preparativos das bodas, teremos nosso dia-a-dia normal, com trabalho, estudo etc.
Quando começamos um dia qualquer, apresentam-se para nós uma série de tarefas, algumas habituais, que realizamos mecanicamente, e outras atípicas ou pouco frequentes. Resolvê-las com êxito e sem perder tempo é muito importante.
O primeiro passo que temos de tomar é o de priorizar metas e estabelecer uma ordem a partir da importância das coisas, nas quais devemos levar em consideração algumas condicionantes como os horários, urgências, facilidade ou complicação na resolução, ou seja, estabelecer prioridades de ação de curto, médio e longo prazo.
Prioridades de curto prazo são aquelas que requerem uma atuação em questão de horas ou dias próximos. Exemplo: escolher o dia do casamento, reservar a igreja e o local da recepção.
Prioridades de médio prazo são aquelas que resolveremos em semanas. Um exemplo é conversar e solicitar orçamentos dos prestadores de serviço para o casamento, tais como decoradores, doceiras, fotógrafos etc.
Prioridades de longo prazo são aquelas que se executam nos meses mais próximos à data do casamento. Exemplo: definição de cardápios, ensaio fotográfico, provas de vestido etc.
Mas nem sempre tudo é tão fácil como parece ser. Muitos problemas poderão surgir, dúvidas quanto às contratações aparecerão, profissionais poderão não ter mais a data à disposição e o gosto pessoal dos noivos pode, também, não ser compatível com o orçamento disponível.
Em muitas ocasiões, vamos nos deparar com alguns problemas, que, em princípio, poderão parecer sem solução, e que será difícil determinar a importância e a prioridade das questões.
Para esses casos, é importante fazermos três perguntas:
1. O que é mais importante?
2. Se só pudermos escolher uma das opções que nos são apresentadas, qual escolheríamos?
3. Verificar os prós e os contras da ordem de prioridades estabelecidos; teremos tempo suficiente? O que poderá acontecer se deixarmos uma ação pendente sem resolução?
A resposta para essas três questões será muito útil para propiciar a decisão acertada das escolhas. Uma vez escolhida e tomada a decisão do que é mais importante, devemos passar para a ação e, para isso, nada melhor do que nos fixarmos em um objetivo.
Dessa forma, podemos resolver as coisas sem complicação e sem perder tempo!
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